Doação de órgãos

Após dois anos de espera, homem recebe coração com ajuda dos bombeiros

Ação contou com participação da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Samu. Coração foi transportado do Rio de Janeiro ao Distrito Federal em duas horas. Receptor aguardava desde janeiro de 2019

Correio Braziliense
postado em 07/06/2021 23:32 / atualizado em 07/06/2021 23:39
Após chegar ao Aeroporto de Brasília, órgão foi levado para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) -  (crédito: Divulgação/CBMDF)
Após chegar ao Aeroporto de Brasília, órgão foi levado para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) - (crédito: Divulgação/CBMDF)

O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), a Força Aérea Brasileira (FAB) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) uniram forças para transportar um órgão vital do Rio de Janeiro a Brasília, nesta segunda-feira (7/6). As três corporações se mobilizaram, em aproximadamente duas horas, para entregar um coração pronto para ser transplantado.

O doador foi um homem de 31 anos que morreu em um acidente de trânsito. Já o receptor tem 67 anos e estava na fila de espera pelo órgão desde janeiro de 2019. O Corpo de Bombeiros não deu detalhes sobre o estado de saúde do paciente transplantado.

Por volta das 14h, no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, militares da FAB embarcaram com o órgão em uma aeronave, com previsão de chegar a Brasília às 15h30. No aeroporto da capital federal, equipes do CBMDF e do Samu receberam o coração e o levaram ao Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), onde o músculo chegou às 16h04.

O Corpo de Bombeiros informou que a integração de diferentes forças permitiu a retirada, o transporte e o transplante de órgãos em uma operação bem-sucedida e rápida.

"O emprego do recurso aéreo como meio de transporte permite vencer grandes distâncias, engarrafamentos e, assim, salvar vidas. O CBMDF tem imenso orgulho em fazer parte dessa corrente em prol da vida", ressaltou a corporação, por meio de nota.

A reportagem aguarda retorno do ICDF para saber sobre a situação do receptor.

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