Violência

Adolescente foi morto em assalto depois de sair da escola em Ceilândia

Geoffrey Stony Oliveira do Nascimento estudava no Centro Educacional 11 de Ceilândia (CED 11), quando por volta das 10h30 deixou a instituição e caminhou por cerca de 1km, onde aguardaria o pai buscá-lo para levá-lo para a casa

Darcianne Diogo
postado em 22/09/2021 16:31 / atualizado em 22/09/2021 16:31
 (crédito: Darcianne Diogo)
(crédito: Darcianne Diogo)

O adolescente, 16 anos, vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) no final da manhã desta quarta-feira (22/9), em Ceilândia, saía da escola quando foi assassinado a tiros por dois criminosos. Até a última atualização dessa reportagem, ninguém havia sido preso.

Geoffrey Stony Oliveira do Nascimento estudava no Centro Educacional 11 de Ceilândia (CED 11), quando por volta das 10h30, deixou a instituição e caminhou por cerca de 1km, onde aguardaria o pai buscá-lo para levá-lo para a casa. A família tem uma residência na QNP 5, mas atualmente residia na Guariroba. "Estamos estarrecidos com a notícia. Ele era um garoto sensacional, muito discreto, de muita luz e sereno", disse uma moradora, que preferiu não se identificar.

Enquanto esperava o pai na rua, dois suspeitos em uma bicicleta abordaram Geoffrey, anunciaram um assalto e roubaram o celular do garoto. Segundo as investigações conduzidas pela 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), há indícios de que a vítima teria reagido ao assalto. A dupla efetuou disparos de arma de fogo contra o menor e o atingiram no peito. O pai de Geoffrey chegou menos de dois minutos depois do crime. "Ele estava desesperado. Chegou gritando, colocou o filho logo no carro e saiu em disparada ao hospital", disse a testemunha.

No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Geoffrey não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) trabalha com a linha de latrocínio e segue em busca dos suspeitos. "Momentos antes de tirar a vida da vítima, os suspeitos cometeram um outro assalto na mesma região. Estamos em diligências para capturá-los o mais rápido possível", frisou o delegado-adjunto da 19ª DP, Thiago Peralva.

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