DESPEDIDA

Após sepultamento, irmão destaca legado de Maurício Miranda

Sepultamento no Campo da Esperança reúne familiares e amigos em um adeus emocionado, com homenagens à trajetória humana e profissional do magistrado

O sepultamento do desembargador Maurício foi marcado por emoção, fé e homenagens da família e de amigos no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul -  (crédito: Marcelo Ferreira CB/DA Press)
O sepultamento do desembargador Maurício foi marcado por emoção, fé e homenagens da família e de amigos no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul - (crédito: Marcelo Ferreira CB/DA Press)

O sepultamento do desembargador Maurício Miranda foi marcado por emoção, fé e homenagens da família e de amigos no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, na manhã desta segunda-feira (5/1). 

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Durante o enterro, o irmão do magistrado, Divino Silva Miranda, de 59 anos, destacou que a trajetória do desembargador deve ser medida não apenas pelo tempo de vida, mas pelo legado deixado. "Meu irmão foi um bom pai, um bom profissional, um homem ético, alegre, e comprometido com os valores cristãos. Ele fez tudo o que tinha que fazer", afirmou. 

Em sua despedida, Divino ressaltou o perfil afetuoso e familiar do desembargador, lembrado tanto pela atuação profissional quanto pela convivência próxima com parentes e amigos. "Ele era festivo, alegre, gostava de estar com as pessoas. Quem conviveu com ele no ambiente familiar sabe como ele era pai, filho e irmão", disse.

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Ao encerrar a homenagem, o irmão agradeceu a presença dos que acompanharam o velório e convidou os presentes a um momento de oração. "Agradeço a todos vocês que vieram compartilhar a dor da família. Agora entregamos esse corpo ao nosso Senhor Jesus Cristo, certos de que ele está em um lugar melhor do que nós", concluiu, sob aplausos e comoção dos presentes. 

O irmão de Maurício, Divino Silva Miranda, destacou que a trajetória do desembargador deve ser medida não apenas pelo tempo de vida, mas pelo legado deixado
O irmão de Maurício, Divino Silva Miranda, destacou que a trajetória do desembargador deve ser medida não apenas pelo tempo de vida, mas pelo legado deixado (foto: Marcelo Ferreira CB/DA Press)

O desembargador Maurício Silva Miranda, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), tinha 60 anos e morreu após passar mal durante as comemorações de final de ano, em Goiânia. A suspeita da causa inicial do quadro que levou à falência dos órgãos é dengue ou leptospirose, mas ainda não há um diagnóstico oficial.

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postado em 05/01/2026 12:50
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