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Deputada Bia Kicis comenta sobre "chapa pura" do PL ao senado

A parlamentar também abordou o cenário político no DF e disse que redução da jornada de trabalho exige estudo cuidadoso

 23/02/2026 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF -  CB.Poder entrevista a Deputada Federal Bia Kicis. -  (crédito:  Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
23/02/2026 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF - CB.Poder entrevista a Deputada Federal Bia Kicis. - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) afirmou que o PL prepara uma "chapa pura” ao senado no Distrito Federal com o nome dela e o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Em entrevista ao CB.Poder — parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília —, a parlamentar disse que a composição reflete o alinhamento com a direção nacional do partido. Segundo Kicis, o PL não terá candidatura própria ao Governo do Distrito Federal e apoiará a vice-governadora Celina Leão (PP). “A Celina é a nossa pré-candidata. O PL não terá candidato próprio, esse é o desenho hoje”, afirmou, destacando que a decisão foi construída junto à liderança partidária e Michelle Bolsonaro.

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A deputada também comentou a crise envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), defendendo investigações rigorosas e transparência. Para ela, o caso é grave e exige responsabilização. “Minha expectativa é de que tudo seja investigado e que os responsáveis sejam identificados e punidos”, declarou, acrescentando que é fundamental preservar as finanças do Distrito Federal.

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Sobre o projeto enviado à Câmara Legislativa para capitalizar o BRB, a parlamentar afirmou que a proposta precisa ser analisada com cautela técnica. “Precisamos preservar o patrimônio do Distrito Federal. Já foi feito um estrago muito grande, agora é fazer uma contenção de danos”, disse.

Por fim, a deputada abordou a proposta de redução da jornada de trabalho em discussão no Congresso. Embora reconheça a demanda social por melhores condições, ela ponderou que a medida deve ser avaliada com base em estudos econômicos. “Queremos melhorar a vida do trabalhador, mas não à custa do fechamento de postos de trabalho. É preciso um estudo sério”, concluiu.

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postado em 23/02/2026 20:16
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