Em meio à polêmica entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Wellington Luiz (MDB) relembrou o contexto da aprovação do Projeto de Lei 1882/2025, que autorizou o BRB a adquirir participação em instituições financeiras sediadas no Brasil e no exterior, que ficou conhecido como ‘o PL que autorizou o BRB a comprar o Master’. Com exclusividade ao Correio, Wellington destacou que o que foi autorizado foi apenas a ‘continuidade das operações’.
“À época, a Câmara enviou um documento assinado por mim para a Casa Civil dizendo que não tínhamos nenhum entendimento com relação a isso. Depois disso, o Ministério Público impetrou uma ação dizendo que a operação precisava passar pela CLDF”, relembrou o presidente da Casa. “A Justiça determinou que a operação precisaria passar pela Câmara e, então, nós aprovamos a continuidade da operação”, acrescentou.
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Por fim, Wellington Luiz ressaltou que a palavra final foi do Banco Central. “A aprovação ou desaprovação final quem dá é o BC. Em nenhum momento, contrariamos o entendimento final do BC”, disse.
Após a aprovação do projeto, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa chegou a afirmar à imprensa na CLDF que 'existe uma expectativa de crescimento do resultados de dividendos do BRB, que pode ser revertido em políticas públicas'.
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