LUTO

Sindicato de Jornalistas do DF lamenta a morte do fotógrafo Célio Azevedo

O primeiro fotógrafo da Agência Senado, Célio Azevedo, morreu aos 88 anos, em Brasília, por complicações de pneumonia

Em nota de pesar publicada na manhã desta sexta-feira (13/2), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) manifestou profundo pesar pela perda do primeiro fotógrafo da Agência Senado, Célio Azevedo, aos 88 anos, que morreu nesta quarta-feira (11/2), em Brasília, devido a complicações de pneumonia.

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“Célio Azevedo foi um pioneiro. Ingressou no Senado Federal em 1974 e tornou-se o primeiro fotógrafo da Agência Senado, instituição que ajudou a construir com seu olhar sensível, sua técnica apurada e sua presença discreta, porém constante”, declarou a organização.

Azevedo trabalhou na casa até 2008, quando se aposentou compulsoriamente aos 70 anos. O sindicato relembrou os trabalhos prestados pelo profissional durante períodos decisivos da história brasileira: a redemocratização, a Assembleia Nacional Constituinte e as CPIs do Banestado e dos Correios. “Sua câmera registrou, com precisão e sensibilidade, o cotidiano do poder legislativo e os rostos da política nacional”.

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Nascido em Niterói no Rio de Janeiro, o fotógrafo deixa um legado: “Célio deixa não apenas um acervo fotográfico de valor inestimável para a memória institucional do país, mas também uma lição de ética, serenidade e compromisso com o ofício”.

Por fim, o SJPDF declarou solidariedade à família, aos amigos, aos ex-colegas de trabalho e todos os que tiveram o privilégio de conviver com esse profissional: “Em especial, à filha Raquel Azevedo e aos fotógrafos e fotojornalistas do Distrito Federal, que perdem um mestre e uma referência”. “Que sua memória siga iluminando, como suas fotografias, os caminhos da imprensa e da comunicação pública no Brasil”, concluiu o sindicato.

* Estagiária sob supervisão de Aline Gouveia

 

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