O vintage e o contemporâneo embalaram os foliões em Brasília no domingo de carnaval. O rebolado "Piripiri" e "Conga, Conga, Conga" reuniram fãs saudosistas de Gretchen, um público jovem, recém-fisgado por um vídeo viral da Rainha do Bumbum.
Na folia, teve espaço para o rock, as clássicas marchinhas, o frevo pernambucano, remix de sucessos da MPB. Sim, o carnaval de Brasília é eclético, vibrante, envolvente. Palco de riso frouxo, passos ensaiados ou movimentos desajeitados que um dia, talvez, desemboquem em dança. Tudo é liberdade, festa e resistência.
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Nem só de purpurinas, confetes e espuma se faz o carnaval de Brasília. O rodopio estonteante de mães e pais de santo desfilaram a cultura e a religiosidade afro no Setor Comercial Sul.
Entre o ícone pop e o sagrado, a capital provou que sua arquitetura ganha vida quando é ocupada pela diversidade. Sob o céu que tudo abraça, a cidade-sede do poder se derrete ao balanço de sua gente.
Confira algumas das fantasias marcantes:
