CASO BRB-MASTER

Ex-presidente do BRB oficializa interesse de delação premiada

Escritório que defende Paulo Henrique diz que a formalização da proposta de colaboração depende de alguns fatores

Paulo Henrique Costa manifestou interesse de colaborar com as investigações -  (crédito: Divulgação)
Paulo Henrique Costa manifestou interesse de colaborar com as investigações - (crédito: Divulgação)

A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) entregou uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) comunicando a decisão de Paulo Henrique Costa de colaborar com as investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

No documento, o escritório que defende Paulo Henrique diz que a formalização da proposta de colaboração depende da convergência de alguns fatores: 

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  • a voluntariedade do candidato a colaborador;
  • uma avaliação técnica quanto à possibilidade de eventuais relatos e fontes de prova atingirem patamares suficientes para referida candidatura;
  • e uma tomada de decisão esclarecida do candidato tanto quanto aos requisitos legais, como quanto aos vetores que podem levar à perda do acordo, bem assim das consequências de uma rescisão.

Para a defesa, esses três requisito só serão atendidos se Paulo Henrique Costa for transferido do Complexo Penitenciário da Papuda para um local "em que possa exercer, de forma plena, seu direito à autodefesa, ao tempo em que a defesa técnica possa desempenhar seu papel constitucional com a maior efetividade possível, assegurando-se a máxima, senão plena, confidencialidade entre advogado e cliente". 

Dessa forma, respeitosamente, pede-se que, ouvida a Procuradoria-Geral da República, seja deferido o deslocamento do Requerente para local em que possa exercer, de forma plena, seu direito à autodefesa, ao tempo em que a defesa técnica possa desempenhar seu papel constitucional com a maior efetividade possível, assegurando-se a máxima, senão plena, confidencialidade entre advogado e cliente. 

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postado em 28/04/2026 11:07 / atualizado em 28/04/2026 11:18
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