Justiça

Assistente de acusação prevê pena máxima a mentor de chacina

A previsão é que o resultado das penas seja lido em plenário na noite deste sábado (18). Segundo o defensor, é possível que Gideon e Horácio sejam condenados a mais de 300 anos

O advogado assistente de acusação Izaquiel Souza, representante da família Belchior, vítima da chacina, prevê pena máxima a Gideon Batista, mentor do crime, e Horácio Carlos, braço direito dele. O julgamento entrou na reta final. Segundo o Tribunal de Justiça do DF, a previsão é que o resultado das penas seja lido em plenário na noite deste sábado (18/4)

Segundo o defensor, é possível que Gideon e Horácio sejam condenados a mais de 300 anos. Pela legislação brasileira, o réu só pode ficar detido em regime fechado por 40 anos.

Izaquiel explica. “Algumas pessoas questionam a condenação máxima, sendo que eles não ficam esse tempo todo. Mas quanto mais tempo de cadeia eles pegarem, mais tempo terão de cumprir para que progridam de regime. Naturalmente, entendemos que, por exemplo, o Gideon estará com mais de 100 anos de idade, naturalmente passará o resto dos seus dias na cadeia”, explica. 

As penas, afirma, não trarão as vítimas de volta, mas darão uma resposta à sociedade de que o Estado está presente e que tem como punir todo e qualquer tipo de criminoso.

Além de Gideon e Horácio, sentam ao banco dos réus Carlomam dos Santos, Carlos Henrique e Fabrício Silva. Todos respondem pelos homicídios, cárcere privado, extorsão mediante sequestro, corrupção de menores e ocultação de cadáver.


 

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