
A família do motorista de caminhão que morreu no Lixão da Cidade Estrutural informou que ele tinha mais de 7 anos de experiência com veículos de grande porte. De acordo com a tia da vítima, Maria Helena Francisco, a cabine dianteira do veículo destravou parcialmente no momento em que o motorista estaria passando pela vala de escoamento das chuvas. O homem, de 32 anos, que não teve a identidade divulgada, se jogou para fora do caminhão, tentando escapar, mas acabou caindo. Foi atropelado e prensado pelo peso do veículo.
Trabalhando há pouco menos de 1 mês na empresa LM Guincho e Terraplanagem LTDA, o motorista sofreu o acidente pouco tempo depois de descartar o entulho carregado pelo veículo na manhã desta sexta-feira (8/5). Ao retornar para sair do Lixão da Cidade Estrutural, ele manejou o veículo sobre o chão de terra, mas perdeu o controle ao passar por uma vala de um metro de profundidade.
"Ele estava há poucas semanas de completar 33 anos", lamenta a tia, que preferiu não dar o nome do sobrinho.
O que diz a empresa
No local, além dos familiares, um representante da empresa estava presente para prestar apoio. Matheus Rios Garb, advogado da organização, afirma que a companhia está ao lado da família. "Todos os custos provenientes do velório e enterro do motorista serão pagos pela empresa", informou a defesa. O representante afirma que a corporação está no aguardo da perícia da Polícia Civil, que ainda está investigando a dinâmica do sinistro de trânsito.

Cidades DF
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