COPA 2026

Equatorianos se reúnem em festa na embaixada para torcer em segundo jogo da seleção

Comunidade se reúne na embaixada, mantém apoio e esperança na seleção mesmo após estreia com derrota

Com direito a bandeiras, balões e rostos pintados com as cores nacionais, equatorianos que vivem no Distrito Federal se reuniram neste sábado (20/6), na embaixada do país, para torcer pela seleção na Copa do Mundo de 2026. Apesar da derrota na estreia, o clima foi de união, esperança e celebração da identidade nacional durante a partida contra Curaçao.

A mobilização transformou o espaço diplomático em um ponto de encontro da comunidade, que não deixou o desânimo tomar conta após o primeiro resultado negativo. Entre cantos, aplausos e manifestações de apoio, os torcedores mostraram confiança na recuperação da equipe ao longo da competição.

O embaixador do Equador no Brasil, Carlos Alberto Velástegui, destacou que a expectativa para o jogo é positiva, apesar das dificuldades em campo. “É um jogo difícil para o Equador. Nós temos muitas aspirações, temos um bom time e esperamos que possa entrosar melhor o jogo e, sobretudo, que tenha uma melhor definição”, afirmou.

Velástegui ressaltou ainda a importância da presença da comunidade nos encontros promovidos pela embaixada. Segundo ele, o primeiro evento teve grande adesão, e, desta vez, parte dos torcedores optou por acompanhar o jogo em reuniões familiares. “A casa do Equador está aberta para todos os torcedores, não somente os equatorianos, mas também os brasileiros e brasilienses. Esperamos que este espaço seja uma voz de alento para o time”, declarou.

Para o engenheiro de computação Sebastian Maldonado, de 42 anos, eventos como esse fortalecem os laços entre os equatorianos que vivem fora do país. “Isso é muito legal. A gente tenta justamente envolver a comunidade, fazer com que todos se sintam bem-vindos”, afirmou

O otimismo também marcou presença entre os torcedores. Maldonado aposta em uma vitória convincente da seleção. “Acho que 3 a 0”, disse. Ainda assim, ele reconhece que a estreia deixou um sentimento de frustração. “Ficamos muito tristes, mas o futebol é assim”, avaliou.

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