O Colégio Leonardo da Vinci, na 914 Norte, registrou longas filas próximo ao horário do almoço, por volta das 11h. Às 13h, o movimento começou a diminuir, mas ainda havia eleitores aguardando para votar. Segundo o administrador da eleição no local, Luciano Gallo, o horário de pico costuma ocorrer entre 10h e 13h30.
A moradora dá asa norte, Jenifer Figueiredo, de 31 anos, estava há 40 minutos esperando na fila quando conversou com o Correio, apesar disso, avaliou positivamente a experiência. “Eu acho superorganizado. Tem bastante sinalização, bastante informação, e o pessoal também é bem prestativo”, afirmou.
Natural de São Paulo, ela vive em Brasília há cerca de nove anos e está é sua segunda vez votando no colégio.
De acordo com Luciano Gallo, cerca de 9 mil eleitores votam na zona eleitoral, e aproximadamente 27 mil pessoas circulam pelo cocal ao longo dos dia. Para garantir a acessibilidade, o colégio conta com elevador, além de uma sala de emergência e uma equipe de bombeiros.
O professor de artes Leandro Silva, também morador da Asa Norte, atua como apoio logístico nesta eleição. Recém chegados de Minas Gerais, ele conta que antes de transferir o título para Brasília, ele foi mesário por quatro eleições consecutivas em Minas Gerais, onde chegou a presidir uma mesa receptora de votos.
Silva conta que decidiu continuar colaborando com a Justiça Eleitoral por gostar do contato com o público e da possibilidade de ajudar os eleitores. Nesta eleição, destacou especialmente o auxílio prestado a pessoas com mobilidade reduzida e a quem precisa de apoio para chegar à seção eleitoral.
“Estou achando ainda mais interessante agora, porque tenho ajudado muitas pessoas na questão da acessibilidade, que precisam de uma ajuda extra para chegar ao local de votação”, disse.
