Em meio ao início da corrida do segundo turno das eleições para o Governo do Distrito Federal (GDF), o candidato Leandro Grass (PT) reuniu-se com partidos aliados, deputados eleitos e novas forças políticas para consolidar uma “frente ampla em defesa de Brasília”. Antes de entrar na reunião fechada com a base aliada, Grass conversou com a imprensa e enfatizou a ampliação da coligação com lideranças vindas do PSDB, Avante, Agir e Solidariedade, além de nomes que apoiaram a candidatura de Ricardo Cappelli (PSB) no primeiro turno.
"A gente vai poder alinhar a nossa estratégia e garantir a nossa campanha agora de maneira ampliada com novas forças, pessoas que estão chegando não só dos partidos que já estavam (com a gente), mas também de outras vertentes", afirmou Grass. O postulante destacou que busca atrair o eleitorado de centro e do centro-direita e que o objetivo é dialogar com cerca de 700 mil eleitores que votaram em outros candidatos ou se abstiveram no primeiro turno.
"Eu não quero ser o governador apenas daqueles que pensam como eu. O meu programa é um programa para a população. A gente mostra agora que há um projeto e que Brasília tem uma chance de mudar", pontuou.
No campo das propostas e da estratégia de mobilização, o candidato defendeu a necessidade de um debate transparente sobre as prioridades do DF, cobrando esclarecimentos públicos sobre as dificuldades enfrentadas na saúde, na educação e na gestão de recursos do Banco de Brasília (BRB).
Grass destacou que a campanha atuará fortemente nas ruas e nas redes sociais para apresentar soluções concretas e dialogar diretamente com a população do DF sobre o modelo de gestão para os próximos quatro anos.
Questionado sobre o apoio público com "voto crítico" oficializado pelo PSTU do Professor Robson, Leandro Grass acolheu o gesto e reforçou a postura de porta aberta a todas as correntes políticas em oposição à atual gestão do Buriti. "Seja crítico ou não, o voto no Leandro Grass é o voto para mudar Brasília. Todo voto é bem-vindo para a gente não deixar o grupo que governou o DF nos últimos oito anos permanecer à frente do Palácio do Buriti", concluiu.
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