Após passar por um tratamento intenso, que incluiu quimioterapia e um autotransplante de medula óssea, o artista alcançou a cura e hoje celebra mais de dez anos em remissão.
A descoberta da doença aconteceu depois de Gianecchini buscar atendimento para tratar uma hérnia na região da virilha.
O quadro evoluiu para uma infecção e, posteriormente, surgiram gânglios espalhados pelo corpo, levando ao diagnóstico do câncer.
Sinais de alerta
O linfoma é considerado uma doença rara e pode apresentar sintomas que, muitas vezes, se confundem com problemas mais comuns, como gripes, inflamações ou infecções, dificultando a identificação precoce do quadro.
Entre os principais sinais de alerta estão os linfonodos aumentados, conhecidos popularmente como ínguas, principalmente no pescoço, nas axilas e na virilha. Em muitos casos, esses caroços não causam dor.
Outros sintomas frequentes incluem febre persistente sem explicação aparente, suor noturno intenso capaz de molhar roupas e lençóis, perda de peso involuntária, fadiga constante, sensação de fraqueza, coceira pelo corpo, além de falta de ar ou tosse quando a doença atinge a região do tórax.
Também podem surgir dores ou inchaço abdominal, sensação de saciedade rápida durante as refeições e episódios recorrentes de infecção.
Dignóstico
O aumento dos gânglios linfáticos, no entanto, costuma ser um dos indícios mais conhecidos do linfoma não-Hodgkin.
Para confirmar o diagnóstico, os médicos geralmente solicitam exames laboratoriais e de imagem, como tomografia computadorizada e PET-CT.
A biópsia do linfonodo, no entanto, é considerada fundamental para identificar o tipo específico da doença.
Tratamento
O tratamento varia conforme o estágio e a agressividade do câncer, podendo incluir quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo e transplante de medula óssea em determinadas situações.
Quando identificado precocemente, o linfoma não-Hodgkin costuma apresentar boas chances de controle e cura.
No caso de Reynaldo Gianecchini, o processo de recuperação envolveu sessões intensivas de quimioterapia seguidas de um transplante autólogo de células-tronco, procedimento em que as próprias células do paciente são utilizadas para reconstruir a medula óssea.
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