Literatura

Marcelo Reis, empresário de bandas como Blitz, lança obra de ficção

Com a suspensão das atividades culturais na pandemia, empresário que trabalhou com nomes como Danni Carlos, A Cor do Som e Maurício Mattar tirou os projetos literários da gaveta

Correio Braziliense
postado em 03/03/2021 17:19

Empresário, produtor e escritor Marcelo Reis
Empresário, produtor e escritor Marcelo Reis (foto: Arquivo pessoal)

Com a suspensão das atividades ligadas ao mercado de entretenimento, por causa da pandemia do novo Coronavírus, o empresário e produtor artístico Marcelo Reis aproveitou a pausa nas turnês nacionais e internacionais para se dedicar a outros projetos. No mercado musical, o produtor trabalhou com nomes como Blitz, George Israel, Danni Carlos, A Cor do Som, Versalle, Mauricio Mattar, Daniel Del Sarto e Jay Vaquer.

Afeito à escrita desde criança, quando ganhou um concurso nacional de redação do Rotary Club do Brasil, Marcelo atuou como assessor de imprensa e colaborou com publicações impressas, sites e blogs. Com a pandemia, ele teve a oportunidade de desengavetar antigos projetos literários que estavam parados em meio à correria do show business. Assim, surgiram as obras V, um compêndio de cinco poemas, e Contos de janeiro, uma coletânea de seis contos, ambas publicadas na plataforma Wattpad, rede social de leitores e escritores.

Os poemas de V abordam temas como liberdade e espírito, a busca por mudanças e novos caminhos, leveza e pesar, vida e morte, amor e dor, refletindo sobre as dualidades do ser humano.

Contos de janeiro reúne contos de ficção e fantasia que se passam, todos, durante o mês de janeiro, em diferentes anos do passado, presente e futuro. A obra vem sendo publicada em parcelas mensais. O primeiro conto, O homem que nasceu azul, chegou ao topo do ranking da categoria Surrealismo da plataforma e está tendo um bom desempenho na categoria Reflexão. “Vejo O Homem que nasceu azul como um retrato bem fiel do preconceito e do extremismo que permeiam a sociedade contemporânea. Apesar dos elementos de suspense e de acontecimentos a la Tarantino, a ficção se aproxima da realidade atual e a narrativa é uma grande crítica à classe média, à nossa organização social e ao nosso medo do novo”, diz o autor, em material de divulgação.

No momento, ele está trabalhando no segundo conto, Só uma canção, que será lançado em março e mostra o que aconteceu, em um futuro hipotético, quando a música desapareceu do mundo. Ele vem preparando também o segundo livro, A comunidade dos sonhos, em que fantasia e ficção se misturam com realidade, história e mitologia.

Os textos podem ser lidos neste link.

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