Lançamento

Pabllo Vittar lança ‘Batidão tropical’ e promete segundo volume do álbum

Ao Correio, Pabllo Vittar falou da importância do forró e dos ritmos do Norte e Nordeste no novo álbum ‘Batidão tropical’

Batidão tropical, quarto disco de estúdio de Pabllo Vittar, foi lançado nesta quinta-feira (24/6). Com regravações dos grupos Companhia do Calypso, Banda Batidão e Banda Ravelly, o trabalho conta com nove faixas voltadas para ritmos do Norte e Nordeste do Brasil, principalmente o forró, sendo três delas composições autorais. Em menos de 12 horas após a estreia, o projeto já havia conquistado mais de 2 milhões de reproduções no Spotify.

O carro-chefe do álbum é o single Triste com T, que teve videoclipe lançado nesta sexta (25/6). O vídeo, recheado de coreografias e referências ao mundo pop, é uma continuação do clipe de Ama sofre chora, que antecedeu a estreia de Batidão tropical. Em coletiva de imprensa, Pabllo revelou que ainda pretende trabalhar mais um single do projeto.

Além disso, a artista revelou que tem planos de fazer uma segunda parte do álbum. “Eu quero fazer igual às culturas de forró dos anos 2000 que tinham volume, sabe? Quero fazer volumes desse projeto. Batidão Tropical Volume 2, por exemplo, com outras músicas que ficaram de fora”, explicou. No entanto, o disco deve ser lançado apenas em 2022.

Para Pabllo, o período de gravação do álbum foi um escape dos tempos vividos na pandemia e, agora, um refúgio para os ouvintes. “É um momento de alívio em que a gente vai esquecer toda essa loucura que a gente vive agora e dançar um pouco, se divertir, relembrar o passado e ter um momento de conforto, felicidade, porque eu não aguento mais entrar na internet e ver só notícia ruim”, declarou.

Três perguntas para Pabllo Vittar

O que o forró representa para você?

Representa muito as minhas origens e quem sou. Nasci em São Luiz do Maranhão e sempre estive muito próxima da cultura do Norte e Nordeste, então é algo de importância imensa para minha vida e carreira.

Como você avalia o consumo de músicas como funk e forró durante a pandemia?

Por conta da pandemia, muitos artistas tiveram que se readaptar e focar mais em lançamentos, ações, challenges por meio da internet. E o Forró, por exemplo, que sempre foi um gênero tão popular presencialmente, acabou migrando também para as redes e começou atingir novos públicos. Isso tem sido muito massa. Cada vez mais os brasileiros estão ouvindo mais e mais gêneros diferentes, sejam eles rap, funk, piseiro, e transformando isso numa grande festa e união, sem preconceitos.

Você já explorou o forró em algumas de suas faixas, como Ama sofre chora, Amor de que e Seu crime. Por que explorar diversos estilos? 

Sempre fui uma artista versátil, apaixonada e influenciada por ritmos diversos. Poder unir e trabalhar com todos eles é algo que amo e que me faz evoluir como profissional.

*Sob supervisão de Nahima Maciel