Música

Misturando funk e R&B, Adrian Jean e Mc Du Black lançam ‘TBT (Várias como você)’

A faixa ‘TBT (Várias como você)’ marca a primeira parceria entre o cantor estadunidense Adrian Jean e o brasileiro Mc Du Black, conhecido por faixas como ‘Gaiola é o troco’

*Isabela Berrogain
postado em 26/11/2021 16:06
TBT (Várias como você) marca parceria entre cantores Adrian Jean e Mc Du Black
 -  (crédito: Willys Araújo)
TBT (Várias como você) marca parceria entre cantores Adrian Jean e Mc Du Black - (crédito: Willys Araújo)

Em parceria com Mc Du Black, o cantor estadunidense Adrian Jean lançou, na última sexta-feira (19/11), a faixa TBT (Várias como você). A colaboração entre os dois artistas deu vida à faixa que mistura o funk e o R&B — combinação de ritmos como blues, soul, funk, hip hop —, com fortes influências do pop. A estreia da música, que fala sobre relacionamentos complicados, também foi acompanhada por um videoclipe.

“A recepção tem sido incrível. Este é, provavelmente, meu melhor lançamento aqui no Brasil”, comemora Adrian Jean em entrevista ao Correio. TBT (Várias como você) marca a quinta colaboração de Jean, que já trabalhou com nomes como Carol Biazin, com um artista brasileiro.

“Foi tudo muito fluido, foi tão fácil. Sim, trabalhar com brasileiros pode ser um pouco diferente do que trabalhar nos Estados Unidos, mas, em geral, os objetivos são os mesmos, é apenas uma coisa de personalidade e cultura. Eu amo o Brasil”, declara o norte-americano.

“Estava um pouco apreensivo no começo, pela questão do idioma, mas o Adrian fala português muito bem, é praticamente brasileiro, então logo fiquei tranquilo”, revela Mc Du Black, conhecido no Brasil por faixas como Gaiola é o troco. “A conectividade foi surreal, porque nós dois gostamos de falar de amor em nossas músicas, deu super certo”, complementa.

“Foi interessante demais o processo de criação. Nunca tive isso com outro artista, foi a primeira vez. E, por ser um artista gringo, foi de longe a coisa mais diferente que já fiz dentro da música”, pontua o brasileiro.“As pessoas, quando escutarem, vão sentir o que a gente quis passar e vão se identificar com as nossas referências”, finaliza Du Black.

*Estagiária sob supervisão de Juliana Oliveira

 

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