OBITUÁRIO

Morre o jornalista Erlan Bastos, aos 32 anos

Erlan era natural de Manaus (AM) e ganhou projeção nacional no jornalismo de entretenimento

Erlan Bastos -  (crédito: Divulgação)
Erlan Bastos - (crédito: Divulgação)

O jornalista Erlan Bastos morreu aos 32 anos neste sábado (17/1). A informação foi confirmada pela NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, onde o apresentador trabalhava e comandava o programa Bora Amapá. A causa da morte ainda não foi divulgada.

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A NC TV Amapá destacou que a partida inesperada e precoce "deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação". "Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar", acrescentou a emissora.

Erlan era natural de Manaus (AM) e ganhou projeção nacional no jornalismo de entretenimento, sendo o fundador do portal Em off.

Há cerca de um mês, Erlan foi internado após passar mal durante uma transmissão ao vivo. Na ocasião, o jornalista apresentou fortes dores no peito e na região abdominal, além de fraqueza intensa e episódios de suor frio.

Veja a nota na íntegra:

Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado.

Em um período tão breve, Erlan conseguiu o que muitos levam anos para construir: mudou os rumos do jornalismo investigativo e crítico no Amapá. Com coragem, compromisso com a verdade e uma postura firme diante dos fatos, ele deu voz a denúncias, provocou reflexões e fortaleceu o papel do jornalismo como instrumento de fiscalização, justiça e cidadania.

Sua presença era intensa, sua fala era direta e seu trabalho, necessário. Erlan não se acomodava. Questionava, investigava e seguia em frente, sempre com o olhar atento às demandas da sociedade amapaense. Sua atuação elevou o debate público e reforçou a importância de um jornalismo independente, responsável e comprometido com o interesse coletivo.

A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação. Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar.

Erlan Bastos parte cedo demais, mas deixa uma história que não será esquecida.
Nossa solidariedade à família, aos amigos, aos colegas de trabalho e a todo o povo do Amapá.

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postado em 17/01/2026 10:38 / atualizado em 17/01/2026 11:18
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