musica

Em ritmo de celebração da cidade, Músia Urbana reúne clássicos do rock

Na terceira edição, o festival Música Urbana reúne Capital Inicial, Nando Reis e Chico Chico no Ginásio Nilson Nelson

Capital Inicial traz o festival Música Urbana para capital  -  (crédito:  Fernando Hiro/Divulgação)
Capital Inicial traz o festival Música Urbana para capital - (crédito: Fernando Hiro/Divulgação)

Em 1984, o festival Música Urbana reuniu Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial. Com lotação esgotada no teatro do Colégio Alvorada, o show batizou uma das primeiras canções do Capital Inicial. Hoje, o grupo voltou com o festival, que está na terceira edição, para homenagear o grande show daquela época, o rock brasileiro e os 66 anos de Brasília. As duas edições anteriores do festival tiveram ingressos esgotados em 2024 e 2025, em apresentações que contaram com Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa e Plebe Rude.

Este ano, Nando Reis, Chico Chico e Capital Inicial comandam os palcos. Nando apresenta o show Nando hits, com sucessos de toda sua carreira. Chico Chico traz o novo disco Let it burn para os palcos e o Capital Inicial apresenta novidades do EP Movimento e grandes canções de sua trajetória.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

 

Três perguntas//Chico Chico

É a primeira vez que você toca no festival Música Urbana, que foi um marco para a música nacional. O que você espera e qual foi sua sensação com o convite?

Fiquei muito feliz com o convite. O música urbana tem um peso de memória, de coisas que já passaram por ali e continuam reverberando. estar no line-up de um festival com tantos nomes legais, com a banda, é uma honra.

Qual sua relação com a capital, berço de muitos dos grandes artistas do país?

O público de Brasília tem uma energia muito boa. Desde que a gente começou a turnê do disco, eu já queria passar por aí. já tive a oportunidade de ir a Brasília antes, e poder voltar agora, neste momento, não tem preço. Fico muito feliz.

Você vai apresentar o show do seu novo disco. Como tem sido passar pelo Brasil com o novo projeto?

Tem sido uma espécie de continuação do disco, a energia do público cantando as músicas ao vivo é contagiante. Ele nasceu de um lugar muito íntimo, mas na estrada vai ganhando outras camadas, outras leituras. Cada cidade desloca um pouco o sentido das músicas, e eu gosto de deixar isso acontecer. Acho que é aí que a música se completa um pouco, sentir a energia do público não tem preço.

  • Google Discover Icon
postado em 24/04/2026 06:00
x