Nova Jersey — Um ano depois da primeira edição da final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa no MetLife Stadium entre Chelsea e Paris Saint-Germain, a atmosfera na arena é diferente para a decisão da outra Copa do Mundo, a de seleções, neste domingo, às 16h, entre Espanha e Argentina. Basta um rápido passeio pelos arredores do gigante localizado no bairro de East Rutherford na véspera da partida para notar um estádio totalmente sitiado.
A arena virou bunker. A quantidade de policiais aumentou em relação aos outros seis jogos realizados no estádio e as torcidas dos dois países, além dos apreciadores do futebol, não terão a mesma mobilidade do ano passado. À época, era possível até fazer churrasco no estacionamento antes da partida, uma tradição nos eventos esportivos dos Estados Unidos.
Assim como na Copa de Clubes, o presidente Donald Trump entregará a taça a Rodri, dono da faixa de capitão da Espanha, ou a Messi, recebido por ele recentemente na Casa Branca, em Washington, na celebração do título da MLS Cup na temporada de 2025.
O estádio compartilhado pelos Jets e os Giants na NFL, a liga de futebol americano, será monitorado pelo ar por forças de segurança. Drones vão sobrevoar a região. Anfitrião da festa, Trump receberá o rei da Espanha, Felipe VI. O presidente do Governo da Espanha, Pedro Sánchez, mudou a agenda para reforçar o apoio à seleção campeã em 2010. O presidente da Argentina, Javier Milei, não confirmou presença até a checagem do Correio.
Sócios dos Estados Unidos na Copa do Mundo, o Canadá e o México serão representados pelos presidentes Claudia Sheinbaun e Mark Carney, respectivamente. A cerimônia de encerramento começará às 13h30 no horário local, 14h30 (de Brasília) e os portões do estádio serão abertos a partir das 11h.
Além de Madonna, Shakira, BTS Justin Bieber, Gustavo Dudamel, Coldplay, PS22 e de Burna Boy, a Fifa convidou estrela como Robbie Williams, Laura Pausini, Jennifer Hudson, Nicole Scherzinhger, Tom Cruise, Pau Gasol e Carlos Alcaraz para a final da Copa do Mundo.