
Uma professora condenada por abusar sexualmente de alunos adolescentes e engravidar de um deles foi proibida de dar aulas pelo resto da vida. Segundo a decisão da Agência de Regulamentação do Ensino do Reino Unido (TRA), a conduta da condenada é "fundamentalmente imcompatível" com o ensino.
Rebecca Joynes, 31 anos, cumpre pena de seis anos e meio após ser condenada pela Corte da Coroa Britânica de Manchester, na Inglaterra. De acordo com o jornal Daily Star, os casos envolvem, pelo menos, dois menores de idade.
O caso teve início em 2022, quando Joynes foi demitida por má conduta grave da escola onde dava aula de matemática. Ela foi julgada e condenada por aliciar e ter relações sexuais com um menino de 15 anos, referido nas reportagens como Garoto A. Segundo os relatos, ela começou a enviar mensagens para o jovem nas redes sociais e passou a se encontrar com ele pessoalmente.
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Em um dos encontros, Joynes levou o adolescente a um shopping, onde comprou para ele um cinto da Gucci avaliado em 350 euros (cerca de R$ 2,2 mil na cotação atual), em seguida, levou o garoto para o próprio apartamento. No dia seguinte, a mãe do garoto teria notado uma marca no pescoço do filho, recorreu à escola e denunciou a professora.
Joynes foi condenada, mas ficou em liberdade sob pagamento de fiança, período em que teria abusado outro jovem, nomeado de Garoto B, também de 15 anos. Ela chegou a engravidar e teve um filho do adolescente.
Ao tribunal, ele afirmou que foi "coagido, controlado, manipulado, abusado sexualmente e abusado psicologicamente" pela mulher. “Foi muito perturbador que isso tenha acontecido comigo e recebi pouco ou nenhum apoio de organizações. Durante meses após o abuso, foi um período muito sombrio”, declarou. A condenada perdeu a guarda do bebê, que está com a família paterna.
A mulher alegou que só teve relações sexuais com o garoto após ele completar 16 anos e se declarou apaixonada por ele. Na defesa, o advogado da ré alegou que ela sofre de depressão e ansiedade. Além da impossibilidade de lecionar, ela foi incluída no Registo de Criminosos Sexuais do país.

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