
Ao menos nove pessoas foram mortas e quase 30 ficaram feridas na terça-feira (10/2) após um ataque a tiros em uma escola em uma localidade remota do oeste do Canadá. O ataque ocorreu em Tumbler Ridge, uma pequena cidade de 2.300 habitantes localizada na província de Colúmbia Britânica.
A imprensa canadense divulgou um “alerta de emergência” da polícia que mencionava como suspeita “uma mulher de cabelo castanho e que usava um vestido”, embora a informação não tenha sido confirmada oficialmente até o momento. Ela teria tirado a própria vida.
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“Meu filho mais novo acabou de concluir o ensino médio (...). Minha filha mais velha trabalha a 300 metros da escola. Mais uma vez, por pouco”, disse à AFP Trent Ernst, jornalista local e ex-professor substituto no instituto de Tumbler Ridge.
“No Canadá, os ataques a tiros em escolas aconteciam a cada vários anos, ao contrário dos Estados Unidos, onde ocorrem a cada poucos dias (...). Mas quando acontece na sua própria cidade, tudo desmorona”, acrescentou Ernst.
É o segundo ataque na Colúmbia Britânica em menos de um ano. Em abril de 2025, um homem matou 11 pessoas em Vancouver ao investir com seu caminhão contra uma multidão que celebrava um festival cultural filipino.
O primeiro alerta, recebido no início da tarde de terça-feira, avisava sobre um atirador ativo na escola de Tumbler Ridge. Ao chegar, a polícia encontrou seis corpos, sem contar a pessoa suspeita. Uma sétima vítima, ferida a bala na escola, morreu a caminho do hospital.
Posteriormente, a polícia “identificou um segundo local (...) ligado ao ataque”, uma residência próxima, onde encontrou outras duas vítimas sem vida, detalhou a polícia, em comunicado.
Em nota, o Itamaraty afirmou que o governo brasileiro recebeu, com consternação, a informação do ataque a tiros ocorrido em Tumbler Ridge. "Ao repudiar com veemência o ataque, o Brasil se solidariza com o povo e o governo do Canadá e manifesta as mais sinceras condolências às famílias das vítimas", disse. Não há informações, até o presente momento, de brasileiros vitimados pela tragédia.
Com informações da AFP*

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