
Agências de notícia do Irã negaram, nesta terça-feira (3/3), que ataque orquestrado por Israel e Estados Unidos tenha atingido reunião que elegeria novo líder supremo do país. A ofensiva destruiu o edifício da Assembleia de Peritos, em Qom, e outras estruturas de poder do governo iraniano. O país, no entanto, nega que os aiatolás estivessem reunidos no local no momento do ataque.
A informação, divulgada pela agência Tasnim, contraria notícias veiculadas por portais como o Jerusalem Post, que afirmaram que os 88 possíveis sucessores estavam no prédio. "A notícia divulgada há uma hora pelo regime sionista e pela mídia hebraica, de que Israel teria atacado a reunião dos Especialistas em Liderança ou a reunião do Conselho de Liderança Interina, é completamente falsa", afirmou uma fonte ao Tasnim.
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A fonte alegou ainda que as informações divulgadas pelos portais israelenses fazem parte de uma "operação psicológica para criar uma sensação de vácuo de poder no país".
Em publicação, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que os ataques atingiram um complexo estratégico do país. Entre esses locais, afirma o jornal The Jerusalem Post, estão a sede da presidência, a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, um centro de reuniões utilizado pelo fórum sênior da República Islâmica e uma sede de treinamento para oficiais militares.

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