O governo britânico confirmou neste domingo (1º/3) que permitirá as forças dos Estados Unidos o uso de instalações militares no Reino Unido para realizar ações classificadas como “defensivas” contra o Irã. A autorização, segundo o primeiro-ministro Keir Starmer, contempla operações destinadas a neutralizar mísseis iranianos e lançadores.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o líder trabalhista fez questão de delimitar o alcance da decisão e afirmou que a Inglaterra não se envolverá em ataques de caráter ofensivo. A posição foi reforçada em meio à escalada de tensão no Oriente Médio.
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Também neste domingo, Alemanha, França e Reino Unido divulgaram uma declaração conjunta na qual afirmam estar prontos para adotar medidas defensivas contra o Irã, com o objetivo de proteger interesses e aliados na região do Golfo.
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Do outro lado do Atlântico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, traçou um horizonte temporal para o embate. Em conversa telefônica com o Daily Mail, ele indicou que a ofensiva “sempre foi um processo de quatro semanas”. “Por mais forte que seja, é um país grande, levará quatro semanas, ou menos”, explicou o republicano.
As declarações oferecem o indicativo mais direto até agora sobre quanto tempo Washington projeta manter a campanha militar. Trump ainda sinalizou a possibilidade de um novo pronunciamento público nos próximos dias. “Estou me preparando para fazer isso”, afirmou ao ser questionado sobre atualizar a população a respeito do andamento das operações.
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