ESTADOS UNIDOS

Relembre 4 vezes em que Donald Trump rompeu com aliados importantes

O histórico do ex-presidente mostra um padrão de rompimentos com figuras-chave de seu governo e partido; veja alguns casos

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, possui um conhecido histórico de rompimentos com figuras que foram centrais em seu governo e em sua ascensão política. Essas rupturas públicas, muitas vezes marcadas por críticas diretas em redes sociais e comícios, redefiniram alianças e expuseram as dinâmicas de poder no cenário conservador americano.

Os desentendimentos seguiram um padrão recorrente: aliados que, em determinado momento, divergiram de suas posições ou se recusaram a endossar suas narrativas, especialmente sobre a eleição de 2020, tornaram-se alvos de ataques. A seguir, relembramos quatro episódios emblemáticos em que Trump rompeu com aliados importantes.

Mike Pence

A relação com seu ex-vice-presidente, Mike Pence, implodiu após os eventos de 6 de janeiro de 2021. Trump pressionou Pence publicamente a rejeitar os resultados eleitorais no Congresso, algo que Pence se recusou a fazer, citando suas obrigações constitucionais. Desde então, o ex-presidente o acusa de falta de coragem, e a antiga chapa presidencial se desfez de forma definitiva.

Jeff Sessions

Primeiro senador a apoiar a campanha de Trump em 2016, Jeff Sessions foi nomeado procurador-geral. A aliança se desfez quando Sessions se recusou a supervisionar a investigação sobre a interferência russa na eleição, transferindo a responsabilidade para seu vice. Trump o criticou publicamente por meses, o que culminou em sua renúncia forçada em novembro de 2018.

Mitch McConnell

Mitch McConnell, então líder da maioria republicana no Senado, foi um aliado instrumental para a aprovação de juízes e reformas durante o mandato de Trump. A parceria chegou ao fim quando McConnell reconheceu a vitória de Joe Biden e responsabilizou Trump pela invasão ao Capitólio. O ex-presidente passou a atacá-lo com frequência, minando sua liderança no partido.

William Barr

Sucessor de Sessions como procurador-geral, William Barr também se tornou um alvo. A ruptura ocorreu em dezembro de 2020, quando Barr declarou publicamente que o Departamento de Justiça não encontrou evidências de fraude eleitoral em escala suficiente para alterar o resultado da eleição, contradizendo diretamente as alegações que Trump sustentava.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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