
A primeira-dama da França, Brigitte Macron, negou que a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani tenha sido o motivo do tapa dado em Emmanuel Macron durante uma viagem oficial ao Vietnã no ano passado.
O assunto voltou a repercutir após o lançamento do livro Um casal quase perfeito, do jornalista Florian Tardif, editor político da revista Paris Match. Na publicação, o autor afirma que Brigitte teria visto mensagens enviadas pela atriz ao presidente francês durante o voo da comitiva.
Segundo o jornalista, pessoas próximas ao casal relataram que as conversas eram “picantes” e provocaram tensão entre o casal momentos antes do desembarque em Hanói. A cena acabou registrada por câmeras de imprensa e viralizou nas redes sociais após mostrar Brigitte dar um tapa no rosto de Macron ainda na porta do avião presidencial.
Antes de desembarcar de sua aeronave presidencial durante visita a Hanói, no Vietnã, Emmanuel Macron tomou um tapa no rosto de sua esposa Brigitte Marie-Claude Macron.
— Área Militar (@areamilitarof) May 26, 2025
O caso está sendo abafado pelo gabinete presidencial francês que se negou a responder a perguntas de dezenas de… pic.twitter.com/QxOtLAeeaT
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Fontes ligadas à primeira-dama, porém, negaram a versão apresentada no livro. Ao jornal francês Le Parisien, pessoas próximas afirmaram que Brigitte nunca acessa o celular do marido e rejeitaram a ideia de que a atriz iraniana tenha sido pivô do episódio.
Florian Tardif declarou em entrevistas à imprensa francesa que ouviu mais de 70 fontes durante a produção do livro. Segundo ele, Macron teria mantido por meses uma relação descrita como “platônica” com Golshifteh Farahani, com mensagens consideradas íntimas.
A atriz, conhecida internacionalmente por produções de cinema francês e hollywoodiano, ainda não comentou as declarações.
Na época em que o vídeo veio à tona, o Palácio do Eliseu inicialmente minimizou o episódio e classificou a cena como um momento de descontração entre o casal antes do início da agenda diplomática no Sudeste Asiático.
A repercussão internacional aumentou depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ironizou o episódio durante conversa com jornalistas. Em resposta, Macron criticou a transformação do caso em um espetáculo público e afirmou que situações pessoais passaram a ser distorcidas nas redes sociais.
*Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca

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