
A Chameleon Safaris Namibia, empresa especializada em organizar passeios e excursões na Namíbia, afirmou ao Correio nesta quinta-feira (4/6) que o acidente que matou a brasileira Meire Aparecida de Amorim, de 45 anos, continua sendo apurado e que, por isso, não pode fornecer mais detalhes sobre o caso neste momento.
"Este foi um acidente muito infeliz que chocou todos nós. Todo o incidente está atualmente sob investigação e, por isso, há muito pouco que eu possa compartilhar neste momento. Assim que a investigação for concluída, terei prazer em fornecer uma declaração mais atualizada", informou a empresa.
A operadora de turismo também manifestou solidariedade aos familiares da vítima. "A Chameleon Safaris Namibia gostaria de expressar suas mais profundas condolências à família de Meire Aparecida de Amorim", disse.
A advogada mineira sofreu múltiplas lesões e morreu na última sexta-feira (29/5) durante um safári na Namíbia, após o veículo em que estava capotar. No carro também estavam outros cinco turistas estrangeiros, que não sofreram ferimentos graves e foram encaminhados a uma unidade de saúde para avaliação médica.
Meire morava em Brasília com o marido, Fernando Monteiro. Ela nasceu em Patos de Minas, na região do Alto Paranaíba, e foi criada em Presidente Olegário, no Noroeste de Minas Gerais.
Informações preliminares apontam que o eixo de transmissão do veículo se desconectou, fazendo com que o motorista perdesse o controle da direção antes do capotamento.
O caso segue sendo investigado pelas autoridades locais, com apoio da empresa responsável pelo safári.
Segundo Fernando Monteiro, marido da vítima, o corpo ainda não foi repatriado. Por isso, não há previsão para velório e sepultamento. Antes do traslado, Meire deverá passar por uma autópsia prevista para esta quinta-feira (4/6).

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