Em campanha

Dino chega ao Senado para articular apoio e votos favoráveis ao STF

Ministro da Justiça tem trabalhado para conquistar a aprovação dos senadores para a vaga no Supremo. Dino deve se encontrar com todos os 81 senadores antes da sabatina, mas oposição resiste

Dino ao chegar ao Senado:
Dino ao chegar ao Senado: "Tenho conversado muito com os colegas senadores. Vai dar tudo certo" - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
postado em 29/11/2023 11:07 / atualizado em 29/11/2023 11:12

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal (STF), foi ao Senado, na manhã desta quarta-feira (29/11), para encontrar senadores e articular apoio para ser aprovado em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), marcada para 13 de dezembro, e, depois, no Plenário da Casa. Dino precisa de, pelo menos, 41 votos favoráveis e, para isso, tem trabalhado em busca dessa aprovação para ser o próximo ministro da Suprema Corte.

Dino chegou no Senado por volta das 10h10 e se mostrou confiante. “Tenho conversado muito com os colegas senadores. Vai dar tudo certo”, declarou o indicado, que disse estar “tranquilo”. O ministro vai se reunir com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), vice-presidente do Senado.

A expectativa é que Dino se encontre com todos os 81 senadores até o dia 13, quando será avaliado, em votação secreta, na CCJ. Entretanto, parlamentares da oposição têm se mostrado resistentes ao nome do indicado e se negam a sentar com o ministro para articular voto.

Na noite de terça-feira (28), Dino participou de um jantar na casa do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do governo no Congresso, onde parlamentares governistas estiveram presentes e definiram estratégias para a “campanha”.

O relator da sabatina de Dino na CCJ, senador Weverton (PDT-MA), tem agido como cabo eleitoral do indicado e garantiu que o ministro será aprovado. “Os líderes, todos nós juntos, e os colegas senadores não teríamos 41 senadores e senadoras para aprovar um colega para mandar ao Supremo? Eu acredito que temos mais de 50", cravou.


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