Domingo

Wajngarten sobre ato em SP: "Bolsonaro vai falar do futuro do Brasil"

O advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou ainda que o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, não comparecerá ao evento na Avenida Paulista

 Depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal (PF). Na foto, o ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten.  -  (crédito: ED ALVES/CB/D.A.Press)
Depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal (PF). Na foto, o ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten. - (crédito: ED ALVES/CB/D.A.Press)
postado em 22/02/2024 17:13 / atualizado em 22/02/2024 17:15

O advogado de Jair Bolsonaro, Fabio Wajngarten, afirmou, nesta quinta-feira (22/2), que a expectativa para o ato convocado por Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, no domingo (25), “é a melhor possível”.

“Bolsonaro terá uma grande oportunidade de fazer um balanço do seu governo, uma retrospectiva. Vai falar do momento dele passadas as eleições e vai falar de Brasil para frente, o futuro do Brasil e dos brasileiros. Essa é a perspectiva para domingo”, comentou, em coletiva, após o depoimento do ex-presidente à Polícia Federal no inquérito que investiga uma tentativa de golpe de Estado.

Segundo Wajngarten, comparecerão à manifestação os governadores Tarcisio de Freitas, Ronaldo Caiado e Jorginho Mello. Ainda são esperados 100 deputados, e de 10 a 15 senadores. De público, a previsão do advogado é entre 500 mil e 700 mil pessoas.

Por fim, disse que o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, não estará presente na manifestação.

A informação de possível participação do embaixador surgiu depois de uma publicação feita por Wajngarten nas redes.

“Vou sugerir ao Pastor Malafaia e ao Presidente Jair Bolsonaro que convidem o Embaixador de Israel para nosso ato na Paulista no próximo dia 25/2 em São Paulo. Certamente será muito bem recebido e acolhido”, escreveu no último domingo.

Já a representação diplomática israelense disse, em nota divulgada ontem, “respeitar a liberdade de expressão no Brasil e preferir ficar fora do debate político interno”.

Israel e Brasil amargam uma crise diplomática causada por uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou a conduta israelense na guerra contra o Hamas às ações de Adolf Hitler contra os judeus. Diante disso, Israel declarou o presidente brasileiro como persona non grata.

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