
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (19/1) que iniciou um diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seu papel nas eleições de 2026, mas destacou que a conversa ainda não resultou em uma definição.
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Questionado sobre a possibilidade de disputar o governo do Estado de São Paulo ou uma vaga no Senado a pedido do líder petista, Haddad reiterou que tem afirmado publicamente não ter intenção de se candidatar neste momento. “Não concluímos nada nessa primeira conversa. Ele está colocando os pontos dele, eu os meus, e a gente vai chegar a um consenso”, disse em entrevista ao UOL News.
O ministro também ressaltou que não está focado em projetos eleitorais no curto prazo. “Eu adorei todas as experiências pelas quais eu passei, mas eu não estou pensando nisso agora”, afirmou. Ao comentar sua trajetória e o futuro político, Haddad adotou um tom cauteloso, disse não estar projetando novos passos e destacou o longo período em que ocupou cargos de relevância no governo federal.
Economia
Haddad afirmou ainda que a economia não deve ser o fator decisivo nas próximas eleições presidenciais ao redor do mundo. Embora reconheça que o desempenho econômico esteja entre as principais preocupações da população, o ministro avalia que esse elemento, isoladamente, não é suficiente para derrubar um governo nem para garantir sua reeleição.
- Leia também: Lula afirma que quer Haddad como candidato em 2026
“A economia no mundo inteiro está sendo um elemento muito importante, mas não necessariamente decisivo para ganhar ou perder uma eleição”, afirmou. “Outros temas galgaram degraus, como a segurança pública e o combate à corrupção. Eu não acredito que a economia vai derrotar o governo e pode ser que não eleja o governo”, acrescentou.

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