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Tarcísio se reúne com ministros do STF para tratar renegociação da dívida paulista

Governador cumpre agenda em Brasília para discutir adesão de São Paulo ao programa federal que redefine pagamento de débitos com a União

Tarcísio deve se reunir hoje (11/2) com Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes -  (crédito: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP)
Tarcísio deve se reunir hoje (11/2) com Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes - (crédito: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estará em Brasília nesta quarta-feira (11/2) para uma série de reuniões com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Os encontros constam na agenda oficial e começam a partir das 12h, na sede da Corte.

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Tarcísio deve se reunir com Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes. O principal tema das audiências é o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que estabelece novas regras para a renegociação dos débitos estaduais com a União.

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No mês passado, o STF reconheceu, por meio de liminar concedida pelo ministro André Mendonça, o novo contrato de renegociação da dívida paulista. Segundo o governo do estado, a medida pode gerar uma economia de cerca de R$ 1 bilhão por mês aos cofres públicos.

Além de validar o acordo, a decisão impede a União de aplicar sanções contra São Paulo, como restrições de crédito, inscrição em cadastros de inadimplência ou cobranças com base nos contratos anteriores. Apesar disso, o estado deverá depositar os valores da dívida em juízo até a decisão definitiva do plenário do Supremo.

O governador estará acompanhado da procuradora-geral do Estado, Inês Coimbra, e do secretário-executivo da Fazenda, Rogério Campos. A previsão é que Tarcísio permaneça no escritório do governo paulista na capital federal entre uma reunião e outra.

De acordo com a assessoria do Palácio dos Bandeirantes, o governador retorna a São Paulo ainda hoje. A ida ao STF ocorre após o governo paulista argumentar que cumpriu todos os requisitos legais para aderir ao Propag, apesar de a União ter exigido pagamentos calculados segundo regras do contrato anterior.

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postado em 11/02/2026 11:34 / atualizado em 11/02/2026 11:35
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