O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli pode se declarar suspeito durante o julgamento desta semana que irá analisar as prisões preventivas do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro.
Costa é investigado na 4ª fase da Operação Compliance Zero. Ele teria participado de suposto esquema de vantagem indevida com Daniel Vorcaro em que receberia R$ 146,5 milhões em imóveis de luxo. A decisão do ministro André Mendonça será analisada no plenário virtual pela 2º Turma do STF a partir desta quarta-feira (22/4).
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A expectativa de especialistas é que Toffoli repita o movimento de se declarar suspeito para julgar qualquer coisa referente ao caso Master. Em fevereiro, o ministro deixou a relatoria do caso na Suprema Corte e em março, rejeitou a relatoria do pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o banco Master na Câmara dos Deputados por "motivo de foro íntimo".
Toffoli é sócio-oculto da empresa Maridt, que teve negócios com a Reag, ligada ao Banco Master, e viajou junto a um advogado do banco no final do ano passado. Desde a revelação, um movimento dentro dos Poderes pedia que Toffoli deixasse o caso.
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