
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta segunda-feira (20/7), os ministros da Saúde do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a cerimônia de sanção da lei que institui a Estratégia Nacional de Saúde do Complexo Econômico-Industrial da Saúde.
Ao elogiar a atuação do ministro Alexandre Padilha, Lula fez referência aos integrantes da gestão anterior e afirmou que o país avançou na área da Saúde ao comparar os diferentes períodos. “Vendo você falar e vendo três ministros mequetrefes que o governo passado teve, eu vou dizer: esse país fez uma revolução”, declarou o presidente.
Durante o governo Bolsonaro, a pasta da Saúde foi comandada por quatro ministros: Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.
No discurso, o líder petista também agradeceu ao Congresso Nacional pela aprovação da proposta que institui a estratégia nacional de saúde, destacando o papel da Câmara dos Deputados e do Senado na tramitação do projeto. Segundo ele, a sanção da lei é crucial para o futuro do país. “Nada mais sagrado para falar de futuro do que garantir que as pessoas vão viver mais”, afirmou o presidente.
Lula ainda declarou viver seu “melhor momento” ao discutir políticas voltadas à saúde pública, embora tenha reconhecido que ainda existem desafios na área. “Sei que ainda tem muita coisa a fazer. Sei que devemos muito”, disse.
A Estratégia Nacional de Saúde do Complexo Econômico-Industrial da Saúde busca fortalecer a capacidade produtiva e tecnológica do setor, sendo apontada pelo governo como um instrumento para ampliar a autonomia do país em áreas consideradas estratégicas para o sistema de saúde brasileiro.

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