O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou um grupo de trabalho para monitorar o uso de inteligência artificial (IA) e a difusão de fake news nas eleições deste ano. O uso da tecnologia não é vedado no pleito, mas deve ocorrer de acordo com as normas aprovadas pela Justiça Eleitoral, que proíbe, por exemplo, o chamado deep fake, quando uma imagem de algum candidato é manipulada para simular declarações que nunca foram realizadas.
O Conselho Consultivo sobre integridade informacional será composto por especialistas em áreas como inteligência artificial, tecnologia, segurança pública, comunicação social, entre outras. Os profissionais que vão compor o grupo ainda não foram definidos e não haverá remuneração.
De acordo com a Corte, o conselho deverá assessorar o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, monitorar campanhas, avaliar o uso de inteligência artificial, sugerir parcerias com universidades, combate à desinformação, incentivar a educação digital, entre outras.
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