
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) comparou o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ao ex-presidente Fernando Collor de Mello nesta quinta-feira (8/10). Derrotada na disputa pelo Senado no Paraná, a parlamentar convocou a militância petista a intensificar a campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.
Em publicação nas redes sociais, Gleisi criticou a agenda defendida pelo adversário de Lula. A deputada alertou sobre os planos econômicos do concorrente: "Ele já disse que vai fazer com o Brasil o que Milei está fazendo na Argentina: cortar aposentadorias, programas sociais e congelar salários. Esse cara é tipo um Collor de Mello: vende sonhos e vai entregar pesadelos".
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Histórico do governo Collor
A comparação faz referência direta ao político eleito presidente em 1989, na primeira eleição direta para o cargo após a ditadura militar. O governo de Fernando Collor ficou marcado pelo Plano Collor, medida que bloqueou recursos de poupanças, contas-correntes e outras aplicações financeiras.
Em 1992, o Congresso abriu um processo de impeachment contra o então mandatário. Collor renunciou antes da conclusão do julgamento no Senado, que determinou a inabilitação do ex-presidente por oito anos para o exercício de função pública.
Mobilização e foco em indecisos
Gleisi também afirmou que o momento posterior ao primeiro turno exige mobilização contínua. A parlamentar avaliou o cenário da disputa: "uma eleição muito dura, mas não é para desanimar agora, gente. Não é hora de grandes análises ou busca de culpados; é hora de revertermos esse resultado e ganharmos o segundo turno".
Em outra manifestação, a congressista declarou que a campanha não deve depender apenas das aparições de Lula. A dirigente partidária ressaltou a importância da atuação direta das bases em diferentes regiões do país.
"Há votos para serem buscados e não é só pelas falas de Lula. É também por nossas falas, nossa militância, nossa ação onde vivemos e estamos", escreveu a deputada federal.
A estratégia traçada pela parlamentar visa atrair eleitores que se abstiveram no primeiro turno e conquistar o eleitorado indeciso para a votação de 25 de outubro.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.