
A demora do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, em responder aos problemas registrados durante o segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25/10), provocou revolta entre integrantes da Corte. Nos bastidores, ministros atribuem à lentidão do magistrado parte da responsabilidade pelo agravamento da crise que marcou a votação em diferentes regiões do país.
Ao Correio, um membro da Corte eleitoral classificou a situação como um verdadeiro caos e demonstrou indignação com a condução dos episódios pelo presidente do tribunal. "Puro caos! (...) Não tem muito mais o que falar", disparou, sob reserva.
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A insatisfação ocorre em meio aos problemas de logística e às dificuldades enfrentadas por eleitores, especialmente na Bahia e em São Paulo. A demora na adoção de providências para contornar os transtornos ampliou o desgaste de Nunes Marques, que passou a ser alvo de críticas dentro da própria Justiça Eleitoral.
Entre integrantes da Corte, a avaliação é de que a falta de uma resposta tempestiva contribuiu para aprofundar a insegurança em torno da votação. O episódio expôs divergências internas sobre a condução do pleito e colocou sob questionamento a capacidade de reação da presidência do TSE justamente no momento mais decisivo da disputa presidencial.
Brasil