A coordenadora do núcleo econômico da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, negou que a proposta do candidato seja acabar com o Bolsa Família após dois anos. A declaração ocorreu nesta segunda-feira (19/10), após publicações nas redes sociais atribuírem à economista a intenção de encerrar o programa nesse período. Segundo ela, o prazo se refere à regra de transição para famílias que aumentarem a renda ou conseguirem emprego com carteira assinada.
“O Bolsa Família já tem prazo de continuidade com Lula de um ano, com Flávio vai ser de dois anos. Ou seja, a sua família hoje se aumentar a renda ou se aceitar um emprego de carteira assinada, com o Lula mantém o Bolsa Família só por um ano. Com o Flávio vai manter por dois anos”, afirmou Marques.
A coordenadora também comparou as regras de retorno ao programa. Segundo ela, enquanto o modelo atual prevê a possibilidade de retorno em até 36 meses, a proposta de Flávio Bolsonaro garantiria a reinclusão automática de quem voltasse a precisar do benefício.
“Com o Lula, o retorno em até 36 meses. Com o Flávio, o seu retorno vai ser automático. Porque a gente quer que você se liberte. Nós não queremos perpetuar as pessoas na pobreza. A gente quer que você prospere, a gente quer que você tenha muito mais. A gente vai te dar oportunidade para você tirar o seu sonho do papel, abrir o seu negócio, se capacitar, achar o emprego de carteira assinada e realizar os sonhos da sua família”, declarou.
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