Rombo fiscal seguirá no radar, pelo menos, até 2030
Governo continuará pagando caro para financiar os buracos criados por despesas que crescem em ritmo mais acelerado do que a receita
postado em 03:59 - 18/01/2026
Governo continuará pagando caro para financiar os buracos criados por despesas que crescem em ritmo mais acelerado do que a receita
postado em 03:59 - 18/01/2026
Resultado primário das contas do governo central -- que reúne Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social -- fica negativo em R$ 20,2 bilhões, em novembro, e, no acumulado do ano, soma R$ 83,8 bilhões
postado em 03:59 - 30/12/2025
Peça orçamentária conta com, pelo menos, R$ 127 bilhões de receitas extras e condicionadas à aprovação do Congresso, mas contas devem fechar no vermelho em R$ 23,3 bilhões. Meta é cumprida só com desconto de precatórios do cálculo
postado em 00:00 - 30/08/2025
Endividamento e rombo do setor público, incluindo conta de juros, aumentam para 77,8% do PIB e para R$ 1,107,9 trilhão, e retomam patamares de 2021, segundo dados Banco Central
postado em 03:59 - 30/07/2024
Juros mais altos e incertezas no campo fiscal e no exterior ajudam a frear atividade para mais perto de 2% do que de acima de 2,5% como está prevendo o Ministério da Fazenda
postado em 03:59 - 22/07/2024
Reunião de Junta Orçamentária, prevista para hoje, deve determinar o tamanho de mais um contingenciamento de gastos. Analistas consideram R$ 10 bilhões um valor insuficiente para cumprimento da meta fiscal deste ano
postado em 03:00 - 18/07/2024
Como as projeções de crescimento do PIB estão longe de serem mantidas, os desafios do governo para equilibrar as contas serão ainda maiores. A promessa de Haddad em respeitar a meta neste ano, portanto, não será cumprida, acreditam especialistas
postado em 03:55 - 04/02/2024
Saldo deficitário de R$ 230,5 bilhões no resultado primário do ano passado é decorrente do descompasso entre arrecadação e despesas, pois gastos cresceram 12,5% enquanto receita líquida encolheu 2,2%
postado em 03:55 - 30/01/2024
Pagamento de precatórios herdados pelo governo Bolsonaro, em dezembro, ajudou a engordar em R$ 92,4 bilhões o saldo negativo das contas do governo federal do ano passado, chegando a R$ 230,5 bilhões, ou 2,1% do PIB, o segundo maior da história em termos nominais
postado em 03:00 - 30/01/2024
União contabiliza deficit primário de R$ 39,4 bilhões, no mês passado, o maior da série histórica do Tesouro, iniciada em 1997
postado em 03:55 - 28/12/2023