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Meta anuncia maior proteção a menores no Instagram e Messenger

No início do mês, a Meta reforçou as restrições de conteúdo para menores no Instagram e no Facebook, em meio a críticas sobre como suas plataformas podem ser prejudiciais para os jovens

Logotipo da Meta, a empresa norte-americana que possui e opera Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp       -  (crédito: FABRICE COFFRINI / AFP)
Logotipo da Meta, a empresa norte-americana que possui e opera Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp - (crédito: FABRICE COFFRINI / AFP)
postado em 26/01/2024 14:11 / atualizado em 26/01/2024 14:11

A Meta começou a bloquear a partir desta quinta-feira (25/1) as mensagens de desconhecidos enviadas diretamente para menores que utilizam o Instagram e o Messenger.

Por padrão, menores de 16 anos só poderão ser contatados por meio de mensagens ou adicionados a chats em grupo por aqueles que já os seguem ou estão conectados a eles, conforme anunciado pela empresa em uma publicação.

Essa mudança de configuração exigirá aprovação por meio das "ferramentas de supervisão dos pais" dentro dos aplicativos, explicou a Meta.

A empresa acrescentou que essa medida serve como uma forma de evitar que os menores vejam conteúdo indesejado ou imagens potencialmente inadequadas nas mensagens diretas.

"Temos mais a compartilhar sobre essa funcionalidade, que estará disponível mesmo em chats criptografados até o final do ano", antecipou a empresa.

No início do mês, a Meta reforçou as restrições de conteúdo para menores no Instagram e no Facebook, em meio a críticas sobre como suas plataformas podem ser prejudiciais para os jovens.

Esse tipo de conteúdo incluiria temas relacionados a suicídio ou automutilação, bem como nudez.

Além disso, as restrições se aplicarão a temas como promoção de tabaco, álcool, procedimentos estéticos, programas de perda de peso, etc.

Todos os menores também terão, por padrão, as configurações mais restritivas no Instagram e no Facebook, uma política que já havia sido aplicada a novos usuários.

As mudanças ocorrem meses após dezenas de estados nos Estados Unidos acusarem a Meta de prejudicar a saúde mental de crianças e jovens, e de enganar os usuários sobre a segurança de suas plataformas.

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