Além do formato, o nome do mascote também faz referência ao som que a urna emite depois que o eleitor conclui o voto. Mas, diferente do aparelho eletrônico, o Pilili não fala e se comunica por gestos ou balões de fala
Criado para aproximar o TSE da população, sobretudo do público jovem, a estreia da mascote ocorreu durante evento em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica. O evento contou com a participação da presidente do Tribunal, ministra Carmén Lúcia
Na abertura, a ministra ressaltou a transparência e confiabilidade da urna. 'Nesses 30 anos, a urna acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra. Acabou com a possibilidade, portanto, de a gente ter um resultado que não corresponde ao votado pelo povo', declarou
Para poder brilhar na estreia, o Pilili esteve em desenvolvimento desde 2023, com ideia da Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia. O TSE frisa que a mascote não tem gênero, posicionamento político e representa a neutralidade da urna eletrônica
A ideia do TSE é investir em campanhas contra a desinformação e reforçar a confiabilidade no sistema eleitoral, com a presença da mascote em campanhas educativas, tutoriais e vídeos para as redes