MERCADO

Häagen-Dazs, Walmart e outros: veja marcas famosas que deixaram o Brasil


Casos variam entre fim da distribuição, da produção e de operações físicas

Por Giovanna Rodrigues
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No caso da Häagen-Dazs, a marca chegou ao Brasil em 1997 e manteve lojas próprias no país por parte da sua trajetória. Em 2018, a General Mills encerrou as lojas próprias, mas os produtos continuaram sendo comercializados por outros canais. E agora tem seu fim definitivo no país.

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A Haribo, fabricante alemã de doces conhecida pelas balas de gelatina em formato de ursinho instalou uma fabrica no país em 2016. Em abril deste ano, a empresa anunciou o encerramento das atividades da unidade, afirmando que sua avaliação da operação brasileira ficou mais difícil diante de cenários de competitividade e de fatores externos que impactam o ambiente de negócios

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A Ford, começou a operar no Brasil em 1919, quando instalou uma unidade em São Paulo. Em janeiro de 2021, a empresa anunciou o encerramento da produção de veículos no Brasil. A Ford atribuiu o encerramento da produção no Brasil à capacidade ociosa das fábricas, a redução das vendas e a anos de perdas.

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A Mercedes-Benz. Essa iniciou sua trajetória industrial no Brasil com a produção de caminhões e ônibus, em 1956. Em 2020, a empresa anunciou o encerramento da produção na fábrica brasileira. A montadora atribuiu a decisão à situação econômica difícil no Brasil, agravada pela pandemia, que provocou queda nas vendas de carros premium

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A Forever 21 chegou ao Brasil em 2014 e abriu suas primeiras lojas no país naquele ano, chegando a ter 15 unidades brasileiras. Em 2022, porém, a marca encerrou sua operação de lojas no país, que foram fechadas ao longo daquele ano. A saída se deu devido às dificuldades financeiras da companhia e ao cenário desfavorável para a operação no país, que enfrentava custos elevados, baixa escala e forte concorrência.

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A rede francesa Fnac chegou ao Brasil em 2000, com lojas que combinavam livros, música, filmes, eletrônicos e outros produtos culturais, chegando a ter 12 lojas no país. Em 2017, a Livraria Cultura comprou a operação brasileira da Fnac, que no ano seguinte, fechou suas lojas no país. A Fnac afirmou que a operação brasileira precisava atingir um 'tamanho crítico' para ser relevante e reforçar sua posição no mercado.

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A rede de mercados Walmart chegou ao Brasil em 1995 e construiu uma operação com lojas em diferentes regiões do país. Em 2018, o fundo Advent International comprou 80% da operação brasileira da marca. A partir da mudança de controle, o negócio passou por reestruturação e a marca Walmart começou a ser substituída por outras bandeiras.

Aniele Nascimento

A Sony está presente no Brasil desde 1972 e contribui uma operação conhecida principalmente por televisões, câmeras e equipamentos de áudio. Em 2020, a empresa anunciou o fechamento da sua fábrica e o fim da produção de TVs, câmeras e equipamentos de áudio no país. A Sony atribuiu a decisão ao ambiente de mercado e às perspectivas para os negócios no Brasil naquele momento.

AFP

A Nikon, fabricante japonesa de câmeras e equipamentos fotográficos, anunciou em 2017 que deixaria de comercializar produtos diretamente no Brasil. Em setembro de 2018, a companhia anunciou o encerramento de suas atividades no Brasil, devido a uma reestruturação global, que incluia a otimização das estruturas de pesquisa e desenvolvimento, vendas e fabricação.

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A Roche, companhia suíça de produtos farmacêuticos, mantém presença no Brasil desde 1931 e chegou a produzir medicamentos em sua fábrica no Rio de Janeiro. Em 2019, a companhia anunciou que fecharia a unidade diante da redução dos volumes de produção e de uma mudança na estratégia global.

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