Alguns animais possuem cristas, estruturas corporais que apresentam funções variadas de acordo com o grupo e o ambiente em que vivem. Essas formações podem surgir na cabeça, no dorso ou ao longo do corpo e estão ligadas à comunicação visual, à adaptação ao meio e ao comportamento social.
Em muitas espécies, a crista atua como sinal de alerta, elemento de reconhecimento entre indivíduos ou mecanismo de regulação da temperatura corporal. Sua presença também pode indicar vigor físico e b Por Flipar
Nas aves, as cristas costumam estar relacionadas à atração de parceiros e à regulação térmica, funcionando como sinais visuais durante rituais de convivência. Entre os répteis, podem servir como mecanismo de defesa e comunicação, ajudando a intimidar adversários ou marcar território.
Alguns anfíbios utilizam essas estruturas para parecer maiores diante de predadores, aumentando suas chances de sobrevivência. Já nos peixes, as cristas auxiliam tanto na camuflagem quanto na movimentação
O dragão barbudo (Pogona vitticeps) possui uma “barba” espinhosa ao redor do pescoço, que pode ser erguida em situações de estresse ou para atrair parceiros. Esse lagarto é originário da Austrália e habita regiões áridas e semiáridas. Adapta-se bem ao cativeiro e pode viver até 15 anos.
O mandril (Mandrillus sphinx), um primata, apresenta uma crista de pelos no topo da cabeça, que pode ser erguida em momentos de excitação ou para exibir dominância. Esse primata é originário das florestas tropicais da África Central. Sua expectativa de vida pode chegar a 20 anos na natureza e até 30 em cativeiro.
Já o peixe-borboleta (Chaetodon auriga) possui uma crista óssea na cabeça, que pode ser usada para defesa ou para intimidar predadores. ) Esse peixe tropical vive nos recifes de coral do Indo-Pacífico, em águas rasas, onde se alimenta de pequenos invertebrados. Pode viver entre 5 e 7 anos.
Iguana-verde (Iguana iguana)- Nativa da América Central e do Sul. Vive em florestas tropicais úmidas, geralmente em árvores próximas a rios e lagos. Sua longevidade pode chegar a 20 anos em cativeiro, enquanto na natureza enfrenta mais desafios.
Galo (Gallus gallus domesticus) – O galo descende do galo-banquiva, originário do sudeste asiático. Ele habita principalmente ambientes rurais e urbanos, onde é criado para produção de carne e ovos. Sua expectativa de vida varia de 5 a 10 anos, dependendo das condições de manejo.
Tritão-cristado (Triturus cristatus) – Esse anfíbio tem origem na Europa e partes da Ásia. Prefere habitats úmidos, como lagoas e florestas temperadas, onde se esconde entre a vegetação. Sua expectativa de vida é de aproximadamente 15 anos na natureza.
Galo-da-serra (Rupicola rupicola) – Essa ave é nativa da América do Sul, especialmente nas florestas da Amazônia. Vive em áreas montanhosas e cavernas, onde se abriga e nidifica. Pode viver cerca de 15 anos.
Basilisco-comum (Basiliscus basiliscus) – Originário da América Central e do Sul, o basilisco vive em florestas tropicais próximas a cursos d’água. Pode viver entre 7 e 10 anos na natureza, dependendo das condições ambientais.
Casuar (Casuarius casuarius)
– Essa ave de grande porte é encontrada nas florestas tropicais da Austrália e Nova Guiné. Vive em vegetação densa e é essencial para a dispersão de sementes. Pode viver entre 40 e 50 anos.