Ela é dividida em duas partes principais: a Patagônia Argentina (a leste dos Andes) e a Patagônia Chilena (a oeste dos Andes).
Na Argentina, a Patagônia é composta por cinco províncias principais: Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego (foto).
Já no Chile, compreende principalmente as regiões de Aysén e Magalhães (foto).
As paisagens patagônicas variam de estepes áridas e planícies onduladas a florestas densas, montanhas nevadas, lagos glaciais e fiordes profundos.
Entre os destinos mais famosos da Patagônia estão o Parque Nacional Torres del Paine, no Chile, conhecido por suas formações rochosas espetaculares.
O Parque Nacional Los Glaciares, na Argentina, é onde está o icônico Glaciar Perito Moreno, uma das poucas geleiras no mundo que ainda está em avanço.
A região também abriga o Monte Fitz Roy, frequentemente coberto por neblina; um ícone para alpinistas e fotógrafos.
Historicamente, a Patagônia foi habitada por povos indígenas como os tehuelches (foto), mapuches e yámanas, que desenvolveram culturas adaptadas ao ambiente inóspito.
Hoje, a Patagônia é um destino para aventuras ao ar livre, como trekking, montanhismo, observação de vida selvagem e cruzeiros pelos fiordes.
Em maio de 2025, um brasileiro viveu momentos dramáticos ao se perder na Patagônia. O programador Thiago Crevelloni, de Curitiba, caminhou cerca de 24 quilômetros sob frio intenso e com a visão comprometida após enfrentar uma forte nevasca. Mesmo desorientado e em risco de hipotermia, ele seguiu em busca de ajuda, enfrentando horas de caminhada em condições extremas até ser encontrado.
O resgate aconteceu após uma operação policial ser acionada, localizando o brasileiro já debilitado pelo frio. Thiago recebeu atendimento e conseguiu se recuperar, transformando o episódio em uma história de sobrevivência. O caso chamou atenção para os perigos de regiões isoladas e reforça a importância de preparo ao viajar por áreas remotas.