Bicuda: esse peixe chega a 1 metro de comprimento e pode pesar até cinco quilos. Seu corpo é alongado e sua boca, pontuda. Costuma ser bem veloz e saltar para fora d’água para se alimentar.
Dourado: natural das bacias dos rios São Francisco e Paraná, o dourado pode atingir mais de 25 kg e alcançar 1 metro de comprimento. Ele também se alimenta de peixes menores.
Tambaqui: o tambaqui vive na região norte do Brasil e em alguns estados do centro do país, como Mato Grosso, Goiás, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Pode atingir até 1 metro e pesar 30 kg.
Cachara: esse peixe tem uma cabeça achatada e o corpo alongado. É considerado um peixe de grande porte que pode atingir 1,2 metro de comprimento e pesar até 20 kg. É encontrado nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Pirarara: encontrado nas bacias dos rios Araguaia, Tocantins e Amazonas, o pirarara pode atingir 1,5 metro de comprimento e pesar até 60 kg! Ele é onívoro e se alimenta de frutas, sementes e peixes menores.
Jaú: assim como o pirarara, pode atingir 1,5 metro de comprimento, mas a diferença está no peso: pode chegar a 100 kg! Ele se alimenta de outros peixes, gosta de viver em rios cheios e se esconder em pedras submersas.
Poraquê: é uma espécie de peixe elétrico encontrada nas águas da região amazônica. Ele consegue atingir até 2 metros de comprimento, mas pesa pouco, até 20 kg. Quando se sente ameaçado, ele pode desferir cargas elétricas de até 600 volts de potência! Melhor manter distância…
Piraíba: é um tipo de peixe que costuma ser associado com tubarões, dada a sua semelhança. Pode atingir até 2,5 metros de comprimento e pesar incríveis 300 kg!
Por conta da pesca predatória, contudo, é raro encontrar exemplares tão grandes. A piraíba costuma habitar as águas profundas das bacias do Amazonas e do Tocantins-Araguaia e se alimentar de outros peixes.
Pirarucu: finalmente, o campeão dos peixões do Brasil é o famoso Pirarucu. Pode atingir até 3 metros de comprimento e 220 kg. Naturalmente, eles podem ser encontrados nos rios da bacia Amazônica, geralmente em águas calmas e rasas e se alimentam de peixes como cascudo, pescada e tucunaré.
A exemplo da Paraíba, os “pirarucus gigantes” são cada vez mais raros de serem encontrados, principalmente por conta da pesca predatória.