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Juliette Binoche e os filmes que consolidaram sua reputação internacional


Com uma carreira marcada por versatilidade e escolhas artísticas ousadas, Juliette Binoche construiu ao longo de décadas uma das trajetórias mais respeitadas do cinema contemporâneo.

Por Flipar
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A atriz francesa transitou com naturalidade entre grandes produções e filmes autorais, conquistando reconhecimento do público e da crítica em diferentes países. Seu talento para interpretar personagens complexas ajudou a consolidar sua reputação como uma presença magnética nas telas.

Elena Ternovaja, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

Ao longo do tempo, acumulou prêmios importantes e colaborações com diretores renomados. Mais recentemente, voltou a chamar atenção ao integrar o elenco do aclamado 'Queen at Sea'. Vejamos, então, mais sobre sua vida e carreira?

Reprodução Youtube

Juliette Binoche nasceu em 9 de março de 1964, em Paris, França, e começou a atuar em peças amadoras na escola. Aos dezessete anos, dirigiu e atuou em uma produção estudantil da peça “Exit the King”. Estudou atuação no Conservatoire National Supérieur d'Art Dramatique, apesar de abandonar o curso.

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Sua estreia no cinema ocorreu em 1983, com “Liberty Belle”. Dois anos depois, destacou-se em “Rendez-vous”, filme de André Téchiné, como Nina, uma jovem que chega a Paris com o sonho de se tornar atriz. O papel rendeu a Binoche sua primeira indicação ao César (Oscar francês) de Melhor Atriz.

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Em 1986, atuou em “Sangue Ruim”, dirigido por Leos Carax, e recebeu sua segunda indicação ao César. Outro destaque foi “Os Amantes de Pont-Neuf”, de 1991, também de Carax, no qual Binoche interpreta Michèle. O filme rendeu à atriz sua terceira indicação ao César.

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Em “Perdas e Danos”, de 1992, Binoche vive Anna, noiva do filho de um político britânico, que se envolve em um romance proibido com Stephen Fleming, personagem de Jeremy Irons, papel que lhe rendeu nova indicação ao César de Melhor Atriz.

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Já em “A Liberdade é Azul”, lançado em 1993 e dirigido por Krzysztof Kie?lowski, primeiro filme da trilogia das cores, deu vida a Julie, uma compositora que perde a filha e o marido em um acidente de carro. Com esse trabalho, Binoche conquistou seu primeiro César de Melhor Atriz e a Copa Volpi de Melhor Atriz no Festival de Veneza.

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Em “O Cavaleiro do Telhado e a Dama das Sombras”, lançado em 1995 e dirigido por Jean-Paul Rappeneau, Binoche interpreta Pauline de Théus. O papel lhe rendeu mais uma indicação ao César.

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O auge da carreira de Binoche ocorreu em 1996, quando interpretou Hana em “O Paciente Inglês”, filme de Anthony Minghella. O drama, ambientado na Segunda Guerra Mundial, venceu nove Oscars, incluindo Melhor Filme, e rendeu à atriz o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

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Por “Chocolate”, de 2000, recebeu sua segunda indicação ao Oscar, desta vez na categoria de Melhor Atriz. No filme, interpretou Vianne Rocher, uma mulher que abre uma loja de chocolates em uma vila francesa nos anos 1950. Em 2000, Juliette Binoche atuou em “A Viúva de Saint-Pierre”, recebendo indicação ao César.

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Dois anos depois, estrelou a comédia “Fuso Horário do Amor”, também indicada ao prêmio. Em 2010, venceu em Cannes por “Cópia Fiel”. Posteriormente, recebeu novas indicações ao César por “Acima das Nuvens”, “Deixe a Luz do Sol Entrar” e “Entre Dois Mundos”.

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