Durante as temporadas de inverno e verão de 2026, grifes renomadas como Chanel, Ralph Lauren e Celine destacaram o item em versões que variam de camélias coloridas e pedrarias sofisticadas a desenhos maximalistas.
Atualmente, além de decorativos, os broches também são usados para ajustar silhuetas e criar drapeados — técnicas de modelagem que criam dobras, franzidos ou ondulações — improvisados, reforçando sua versatilidade e destaque na moda contemporânea.
Na cerimônia do Oscar 2026, um broche desenhado pelo designer de joias brasileiro André Lasmar foi usado por Wagner Moura. O item foi inspirado no ramo que a pomba da paz carrega em seu bico e foi feita exclusivamente para o ator.
Os broches surgiram na Antiguidade como peças funcionais, usadas para prender roupas antes da invenção dos botões e zíperes; entre gregos e romanos, eram chamados de fíbulas.
Com o tempo, passaram a ganhar valor decorativo e simbólico, sendo feitos em metais preciosos e usados pela nobreza. No século 19, tornaram-se populares como acessórios elegantes, muitas vezes com retratos ou temas florais.
Já no século 20, a moda transformou o broche em item criativo e versátil, presente tanto em looks clássicos quanto modernos. Hoje, ele pode ser usado para personalizar blazers, camisas, suéteres e até bolsas e mochilas