Animais

Cães de guarda unem proteção, lealdade e inteligência; veja


Embora muitos cães de guarda sejam grandes, esse não é um requisito obrigatório. Essas raças se destacam principalmente pelo forte instinto de proteção do território e do grupo, característica herdada de ancestrais como o lobo.

Por Flipar
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Mastim napolitano - É um cão de guarda poderoso, conhecido pela lealdade à família e pelo forte instinto protetor. De porte grande e aparência intimidadora, costuma ser calmo, mas muito atento e desconfiado com estranhos.

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O mastim napolitano chama muita atenção pelas dobras de pele soltas, conhecidas popularmente como “pelanquinhas”. Essas rugas profundas no rosto e no corpo são uma das marcas mais características e imponentes da raça.

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Segundo o American Kennel Club, o Mastim Napolitano é considerado calmo, 'doce' com seus tutores e 'desconfiado' com estranhos, ainda que goste de tirar uma 'sonequinha'.

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Doberman - No Brasil, quando se fala em cão de guarda, quase instantaneamente, se pensa no Doberman. Desenvolvida na Alemanha, por volta de 1860, foi a primeira raça criada especialmente para proteção.

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Pastor alemão - Também proveniente da Alemanha, é mais uma raça muito ligada à proteção. Até mesmo se 'profissionalizou' nas polícias e forças de segurança do mundo.

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Pastor-Belga-Malinois - É um cachorro rústico e costuma ter pelagem curta e de cor fulvo-encarvoada.

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Rottweiler - Inteligentes, valentes e devotados. Forte, de pelagem curta e robusto. Ágil e resistente. Estas são algumas das características do 'clássico' Rottweiler, desenvolvido na Alemanha e muito popular em todo o século XX.

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Buldogue-campeiro - Ele tem cara de mau, mas para por aí. Originário do Brasil e descendente dos antigos cães buldogue, começou sua 'carreira' como cão de guarda nas fazendas e junto do gado nas regiões sul e centro-oeste do país.

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Bull Terrier Inglês - Por volta de 1860, na Inglaterra, através de um cruzamento de um buldogue com um english white terrier, nasceu o famoso cão de guarda , com estrutura forte, sólida, musculosa e simétrica. A cabeça oval é inconfundível.

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Bulmastife - Como o nome já diz, o Bulmastife é fruto de um cruzamento do Buldogue com o Mastiff, na Inglaterra. Inteligente, protetor e poderoso, começou a 'carreira' como cão de guarda e hoje também 'presta serviços' como cão de companhia.

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Boxer - Mais uma raça do tipo 'dogue' e originária da Alemanha, descendente direto do Bullenbeisser - começou sendo utilizado para perseguição e enfrentamento de caça de animais de grande porte, como javalis, touros e até ursos.

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Fila-Brasileiro - Segunda raça brasileira a ser reconhecida internacionalmente, é um autêntico cão de guarda. Sua origem genética é desconhecida, mas suas características físicas remetem aos mastins ingleses e espanhóis e antigos buldogues, além dos Bloodhounds.

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American Staffordshire Terrier - A raça parece um Pitbull, mas é descendente do seu 'avô' inglês. Ao contrário da maioria dos cães de guarda, o AST é de porte médio, mas ainda muito forte, robusto e compacto.

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Dogue Brasileiro - Ao fim da década de 1970, através do cruzamento de um Bull Terrier com um Boxer,surgiu esse nacionalíssimo um cão de guarda urbano familiar.

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Dogo Argentino - Primo do Dogue Brasileiro, foi criado pelos hermanos para caça e captura de animais maiores, como javalis, porcos-do-mato e pumas. É branco e considerado uma das melhores raças de cães de presa.

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Dogue Canário - Mais um primo brasileiro, mas originário da Espanha, tem longa descedência dos Buldogues e dos Mastins. É mais um ótimo cão de presa de grande porte e que vem 'atuando' como cão de guarda.

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Pastor Holandês - Assim como seus primos alemão e belga, foi usado originalmente no pastoreio de ovelhas, mas se consolidou na modernidade como um ótimo cão de guarda e cão policial.

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Rhodesian Ridgeback - Oriundo da antiga Rodésia, hoje Zimbabwe, na África, tem uma característica faixa de pelos invertidos no dorso e surgiu através de cruzamentos entre cães vindos da Europa.

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