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Deputado Mário Frias muda versão sobre financiamento de filme que retrata Bolsonaro


O deputado federal Mário Frias (PL-SP) alterou sua versão sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, focado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele admitiu que o projeto recebeu recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master que está preso devido a esquema bilionário de fraudes financeiras. Em comunicado divulgado à imprensa no dia 14 de maio, o parlamentar afirmou que não considera haver contradição em suas declarações anteriores, que foram feitas e

Por Flipar
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“Quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, declarou o deputado, que é produtor executivo do filme. A nova manifestação do parlamentar ocorreu após divergências públicas envolvendo os responsáveis pela produção do longa-me

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O filme “Dark Horse” ganhou destaque no noticiário nacional após o site “Intercept Brasil” revelar um áudio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato a presidente da República, pedindo dinheiro para a Daniel Vorcaro para custear a produção cinematográfica.

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Mário Luís Frias nasceu no dia 9 de outubro de 1971, no Rio de Janeiro. Antes de ingressar na política, ele ganhou fama como ator em novelas e apresentador de programas de TV.

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A projeção nacional veio no fim da década de 1990, quando integrou o elenco da sexta temporada de “Malhação”, na Rede Globo. Na trama adolescente, ele interpretou Rodrigo, um dos protagonistas da história, formando par romântico com a atriz Priscila Fantin.

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Após a repercussão em “Malhação”, Frias seguiu atuando em novelas da Globo nos anos seguintes. Participou de produções como “As Filhas da Mãe”, “O Beijo do Vampiro” e “Senhora do Destino”, consolidando presença na dramaturgia televisiva brasileira dos anos 2000.

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Em 2006, protagonizou a segunda temporada da telenovela “Floribella”, na Band, atuando ao lado da atriz Juliana Silveira. A trama infantojuvenil era baseada em um formato internacional e tinha forte apelo entre o público adolescente.

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Nos anos seguintes, Mário Frias ampliou a atuação como apresentador. Entre 2010 e 2013, comandou o game show “O Último Passageiro”, na Rede TV!”, atração voltada a estudantes que competiam por viagens. Ele também apresentou o programa “Super Bull Brasil”, focado no universo country e em competições de montaria.

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Depois de um período mais voltado à apresentação, voltou às novelas em uma nova participação em “Malhação”, em 2014. Dois anos depois, na Record, interpretou o rei Adoni-Zedeque na novela bíblica “A Terra Prometida”. Em 2019, retornou à Globo para participar da novela “Verão 90”, interpretando o personagem Guilherme.

João Miguel Júnior/TV Globo

A aproximação com a política se deu durante o governo de Jair Bolsonaro. Em junho de 2020, ele foi nomeado secretário especial da Cultura, substituindo Regina Duarte no cargo. Sua posse ocorreu poucos dias após o convite feito pelo governo federal. Durante a passagem no cargo, Frias esteve envolvido em debates e polêmicas ligadas à área cultural e ao posicionamento ideológico do governo.

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Em março de 2022, deixou o cargo para disputar as eleições daquele ano. Filiou-se ao Partido Liberal (PL) e lançou candidatura a deputado federal por São Paulo, conseguindo uma vaga na Câmara dos Deputados.

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Na vida pessoal, Frias foi casado com a atriz Nívea Stelmann entre 2003 e 2005. O casal teve um filho, Miguel. Posteriormente, casou-se com a publicitária Juliana Camatti, com quem teve sua segunda filha, Laura.

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