Economia

Nova cápsula de café resgata a memória dos tradicionais azulejos portugueses


A cápsula Lisbon Bica, da linha World Explorations da Nespresso, foi lançada em edição limitada para homenagear a cultura portuguesa. Seu desenho faz referência aos tradicionais azulejos que decoram fachadas, igrejas e outros edifícios históricos de Portugal.

Por Flipar
Divulgação

Embora tenham se tornado um dos maiores símbolos portugueses, os azulejos têm origem na tradição islâmica. A técnica chegou à Península Ibérica durante a presença moura e foi sendo adaptada ao longo dos séculos.

- Reprodução do X @Stone_City, @PaperHaveli, @Edwardian_Days e @DelftTreasures, @gabardine e @NouveauDeco

A partir dos séculos XV e XVI, os portugueses passaram a produzir seus próprios azulejos. Com o tempo, eles deixaram de ser apenas elementos decorativos e passaram a contar histórias, registrar acontecimentos e valorizar a arquitetura.

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Embora os painéis em azul e branco sejam os mais famosos, existem azulejos portugueses em diversas cores e estilos. Muitos apresentam desenhos geométricos, florais ou cenas históricas que enriquecem o patrimônio cultural do país.

Ajmcbarreto/Wikimédia Commons e Reprodução de Redes Sociais

Em cidades portuguesas, milhares de construções exibem fachadas revestidas por azulejos. Além da beleza, eles ajudam a proteger as paredes da umidade, do calor e das variações climáticas.

Flickrs Vítor Ribeiro e Generoso Mrack, Divulgação

A Nespresso escolheu um padrão inspirado na azulejaria portuguesa para decorar a cápsula Lisbon Bica. Segundo a empresa, o objetivo foi unir a tradição do café português a um dos elementos visuais mais marcantes de Lisboa.

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Os azulejos portugueses atraem milhões de turistas todos os anos e são considerados um dos principais ícones culturais do país. Museus, palácios, estações ferroviárias e igrejas preservam exemplos centenários dessa arte.

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Os tradicionais azulejos portugueses são feitos de cerâmica produzida a partir de argila. Depois de moldados e queimados em forno, recebem uma camada de esmalte e são decorados com pigmentos, passando por uma nova queima. Durante séculos, foram decorados manualmente por artesãos.

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O processo de produção garante brilho, resistência e grande durabilidade. Embora hoje a maior parte da produção seja industrial, a técnica tradicional continua preservada em oficinas especializadas e em trabalhos de restauração.

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