Ao contrário dos relógios inteligentes convencionais, que dependem da transmissão de dados para servidores externos antes de realizar análises, o novo adesivo executa esse trabalho instantaneamente no próprio corpo. Essa característica reduz atrasos na resposta, economiza energia e preserva a privacidade das informações médicas.
Além disso, uma rede neural embarcada analisou informações como eletrocardiograma, glicemia, colesterol e frequência cardíaca para estimar o risco de infarto, alcançando 83,5% de acerto. Caso essa tecnologia alcance a prática clínica, ela poderá transformar o acompanhamento de pacientes crônicos e ampliar o papel da inteligência artificial na prevenção de doenças.
A expectativa é que, no futuro, esse tipo de curativo trabalhe em conjunto com pequenos reservatórios de medicamentos implantados sob a pele, permitindo a liberação automática de doses sempre que alterações perigosas forem detectadas.